terça-feira, 23 de agosto de 2011

Terça e sábado é dia de mitologia nórdica ou élfica

       fãns de livros hoje começo uma nova sessão no blog toda terça-feira e sábado é dia de mitologia
nórdica e élfica.

contarei mitos , histórias , parabolas, sobre deuses .... etc


hoje irei falar sobre o loki  Deus da travessura e thor Deus do trovão

Loki, é um deus da mitologia nórdica. Deus do fogo, da trapaça e da travessura. Pode assumir forma de varios animais (exceto aves) de ambos os sexos. ele não pertence ao Aseir ( clã de deuses nordicos) mesmo vivendo com eles. Ele e frequentemente visto como símbolo da maldade , suas artimanhas mesmo causando problemas a curto prazo aos Deuses, os mesmo se beneficiam ao fim das travessuras de Loki. Por este e outros motivos é que ele esta entre as figuras mais complexas da mitologia nórdica.
Ele possui um grande senso estratégico e usa suas habilidades somente pra interesses próprios, envolvendo intriga e mentiras complexas. Sendo um misto de deus e gigante, sua relação com os outros deuses é conturbada, entretanto ele é respeitado por thor( deus do trovão)seu irmão, pois loki o ajudou a recuperar seu precioso martelo (Mjölnir) .

Thor o mais forte dentre os deuses e os humanos, deus dos cabelos vermelhos e barba, representado a uma força da natureza o trovão Thor era grande para um deus, extremamente forte (podendo comer uma vaca em uma "refeição"). Thor adorava disputas de poder e era o principal campeão dos deuses contra seus inimigos, os gigantes de gelo. Os fazendeiros, que apreciavam sua honestidade simplória e repugnância contra o mal, veneravam Thor em vez de Odin, que era mais atraente para os que eram dotados de um espírito de ataque, ou que valorizavam a sabedoria. A arma de Thor era um martelo de guerra mágico, chamado Mjölnir com uma enorme cabeça e um cabo curto e que nunca errava o alvo e sempre retornava às suas mãos.Sua esposa era Sif, a deusa da colheita, com quem teve uma filha Thrud, e de sua união com a giganta Jarnsaxa, teve os filhos Magini  e Modi .havia como pais Odin (deus principal da mitologia nordica) e jord (deusa da terra e irmã do deus do mar) e como irmão Loki .

domingo, 21 de agosto de 2011

Domingo é dia de Mitologia!

Hey semideuses [ gregos, romanos] resolvi criar uma nova sessão no blog, todo domingo postarei algum conto mitológico, ou ficha de deuses e etc...

Hoje, irei falar de Apolo E Jacinto



Apolo amava apaixonadamente um jovem chamado Jacinto. Acompanhava-o em suas diversões, levava a rede quando ele pescava, conduzia os cães quando ele caçava, seguia-o em suas excursões pelas montanhas e esquecia, por sua causa, a lira e as setas. Certo dia, os dois divertiram-se com um jogo e Apolo, impulsionando o disco, com força e agilidade, lançou-o muito alto no ar. Jacinto contemplou o disco e, excitado com o jogo, correu a apanhá-lo, ansioso por fazer a sua jogada, mas o disco saltou na terra e atingiu-o na testa. O jovem caiu desmaiado. O deus, pálido como Jacinto, ergueu-o e tratou de aplicar toda a sua arte, para estancar o sangue e conservar a vida que se esvanecia, mas tudo em vão: o ferimento estava além dos poderes da medicina. Como um lírio cuja haste quebrou-se num jardim, curva-se e volta para a terra suas flores, assim a cabeça do jovem moribundo, como se tivesse se tornado muito pesada para o pescoço, pendeu sobre o ombro. — Morreste, Jacinto — exclamou Apolo —, roubado por mim de tua juventude. O sofrimento é teu, e meu o crime. Pudesse eu morrer por ti! Como, porém, isto é impossível, viverás comigo, na memória e no canto. Minha lira há de celebrar-te, meu canto contará teu destino e tu te trans-formarás numa flor gravada com minha saudade. Enquanto Apolo falava, o sangue que escorrera para o chão e manchara a erva, deixou de ser sangue; uma flor de colorido mais belo que a púrpura tíria nasceu, semelhante ao lírio, com a diferença de que é roxo, ao passo que o lírio é de uma brancura argêntea.2 E isso não foi bastante para Febo. Para conferir ainda maior honra, deixou seu pesar marcado nas pétalas, e nelas escreveu "Ai! Ai!", como até hoje se vê. A flor tem o nome de jacinto e sempre que a primavera volta, revive a memória do jovem e lembra o seu destino. Conta-se que Zéfiro (o vento oeste), que também amava Jacinto e tinha ciúme da preferência de Apolo, desviou o disco de seu rumo para fazê-lo atingir o jovem.

Keats faz alusão a isso no "Endimião", quando descreve os espectadores do jogo de argolas:

Contemplam os jogadores dos dois lados
Lembrando, ao mesmo tempo,
A sorte de Jacinto, quando o sopro,
De Zéfiro o matou;
De Zéfiro que, agora, penitente,
Quando Febo se eleva
No céu, as pétalas da florzinha beija.


Também no "Lycidas" de Milton há uma alusão ao jacinto:

A roxa flor que traz a dor impressa.



Fonte: O livro de Ouro da Mitologia . [Deuses e Heróis] 




Muitos afirmam que Apolo era bissexual, esse conto confirma isso, era um amor puro, que se acabou com a inveja de um deus do vento sul.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

501 Grandes Escritores - por R$9,90 e FRETE GRÁTIS!!!



501 Grandes Escritores - por R$9,90 e FRETE GRÁTIS!!!501 Grandes Escritores reúne os maiores nomes da literatura mundial, desde Homero aos nossos contemporâneos, passando por todos os movimentos e estilos. Esta coletânea indispensável a qualquer biblioteca oferece uma avaliação crítica do conjunto da obra de cada autor e explica por que eles merecem ser lidos ainda hoje. Os escritores aqui presentes foram escolhidos por fatores como reconhecimento de público e crítica, originalidade e influência intelectual. Entre eles não estão apenas os que escreveram poesias ou romances - de forma democrática, nossa seleção abarca os mais diversos gêneros, incluindo ficção científica e infantojuvenil, memórias e autobiografias, contos e novelas, peças e ensaios, entre outros. Apresentados em ordem cronológica, os 501 autores formam um painel do desenvolvimento da literatura ao longo de mais de dois milênios de história. Ricamente ilustrados por fotos, desenhos, pinturas e capas, os artigos constituem uma leitura envolvente e informativa. Para dar maior destaque à literatura brasileira, além dos três autores que já apareciam na edição inglesa, incluímos nesta edição 24 nomes consagrados, entre eles Manuel Bandeira, Guimarães Rosa e Clarice Lispector. Organizado pelo professor Julian Patrick e redigido por uma equipe internacional formada por críticos literários, autores, professores e jornalistas, 501 Grandes Escritores abarca uma gama eclética de gênios que mudaram o curso da literatura. 

Fonte.